Cenário
Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser constituído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa.
Comedia
Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador.
Peça
Texto que serve de base á representação.
Teatro
Lugar onde se representam peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento.
Acção
Assunto, enredo, intriga, história (s) de uma peça de teatro.
Acto
Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário.
Um intervalo marca a passagem de um acto a outro.
Actor
Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro.
Cena
Subdivisão de um acto.
Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra.
Cenógrafo
Responsável pela criação/execução dos cenários.
Didascálica
Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a historia e ao tempo em que ela decorre.
Guarda-roupa
Conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças.
Papel
Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar.
Contra-regra
Aquele que marca a entrada dos actores em cena.
Deixa
Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala.
Aparte
Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens.
Bastidores
Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada e onde se guardam os adereços e outros materiais.
Contracenar
Representar em contracena.
Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo.
Palco
Parte do teatro onde os actores representam.
Ponto
Pessoa que, durante a peça e escondida do publico, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das suas falas.
Público
Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro.
Caracterizador(a)
Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea no papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face.
Director(a)
Responsável máximo por uma companhia de teatro.
Encenador (encenação)
Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papeis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original.
Figurinista
Técnico de teatro que se ocupa nos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteado e outros complementos).
Fotógrafo (fotografia)
Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo.
Luminotécnico
Responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena.
Produtor (produção)
Cargo que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística.
Sonoplasta (sonoplastia)
Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.
Título: O Assassino Leitor
Autor: Álvaro Magalhães
Editora: Edições ASA
Amor é um fogo que arde sem se ver
É ferida que dói, e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desafina sem doer
É um querer mais que bem querer
É um andar solitário entre a gente
É nunca contentar-se de contente
É um cuidar que ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É ter com quem nos mata, lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrario a si é o mesmo Amor?
Autor: Luís de Camões
O livro é como um amigo nunca me quero separar dele.
Helder Fernandes
Livro: A Bela Horrível
Autor: Álvaro Magalhães
Era uma vez um rapaz que ia na rua e queria ter uma mota e quando passava alguém de mota ele ficava sempre a olhar. Então ele foi arranjar um emprego para arranjar dinheiro para comprar uma mota. Quando entrou no prédio foi directo ao elevador e o elevador encravou, e começaram aos gritos e porteiro foi lá abrir o elevador e o rapaz depois foi para a entrevista e quando chegou lá estava cheio de gente para a entrevista e pensava que não ia ter emprego. O homem que fazia a entrevista passou por ele e escolheu-o logo a ele e o rapaz ficou muito admirado, e o homem mandou as outras pessoas embora porque o rapaz já estava escolhido.
O rapaz depois foi ter com a irmã à galeria onde trabalhava para lhe pedir dinheiro para comprar a mota, e a irmã disse que depois falavam em casa.
No dia seguinte na galeria estava um homem sempre a olhar para um quadro de uma mulher nua, e ficou lá o dia todo, no dia seguinte foi lá outra vez e também ficou o dia todo a olhar, e depois disse que aquele quadro era falso e o que estava lá ontem é que era o verdadeiro e que alguém o tinha trocado durante a noite…
Continua
Estou a ler um livro do Triângulo Jota, que é a Bela Horrivel, e o autor é Álvaro Magalhães
Certa tarde um viajante passou por um vale dizendo que o novo profeta formoso rabi andava anunciando de reino em reino. Ele contou que o rabi corou um leproso e ressuscitou uma jovem. Assombrados os camponeses perguntaram se esse era o Messias da Judeia, o enviado de Deus. Então havia um velho chamado Obede mas um vento abrasador matara-lhe o melhor gado e secado as suas vinhas, então Obede pensou que o rabi devia ser um desses feiticeiros que conversavam com as estrelas. Chamou então os criados e ordenou-lhes que procurassem o rabi e o trouxessem com a promessa de um bom pagamento. Um pescador disse-lhes que Jesus deixara a galileia e partira seguindo o rio Jordão. Mais adiante encontraram um homem todo vestido de branco com um cordeirinho ao colo. Perguntaram-lhe se ele sabia do rabi da galileia, e ele respondeu, o rabi atravessou o oásis e foi para o além. Os criados correram os caminhos da montanha mas não acharam Jesus. Um dia cruzaram-se com um forizeo com uma mola perguntaram-lhe se sabia do profeta que fazia milagres. Publiu sétimo era o cintoriam romano que comandava o forte. Sua única filha sóbria de um mal estranho. Publiu sétimo tendo ouvido dos feitiços do rabi mandou um batalhão de soldados procura-lo. Mas não encontraram Jesus vinham, vinham já de regresso quando passaram por um velho de barba branca , perguntaram se sabia do profeta e disseram que não. Eles regressaram a casa e para desespero de Publiu sétimo porque a sua filha morria. Num casebre vivia uma viúva com um filho aleijado. Um dia um mendigo entrou no seu casebre e falou-lhes do famoso rabi que de um pau fazia sete e que amava todas as criancinhas. Quando o mendigo saiu o menino disse á mãe que queria esse tal de rabi. Ela respondeu que se Obede é rico e tem criados e não o encontraram, sétimo também é forte e tem soldados e também não o encontraram como queria ele que ela o trouxesse. Então a criança murmurou mãe eu quero ser Jesus, então a porta abriu-se devagar e sorrindo Jesus disse á criança aqui estou.
Era uma vez um moço e valente que partiu a batalhar por terras distantes, deixando só e triste a sua rainha e um filho no berço.
Um dia um dos cavaleiros trouxe a amarga noticia de uma batalha perdida e da morte do rei.
A rainha chorou a morte do rei, mas a que a preocupava mais era o seu filho, porque o filho tinha um tio que queria ficar com o trono. A ama do filho da rainha também tinha um filho que dormia num berço de berga e o filho da rainha num de marfim. Um dia o tio mandou os seus homens irem ao castelo para matarem e roubarem o filho da rainha. Então a ama trocou os bebes e os homens levaram o bebe errado, então quando a sua mãe a rainha deu por ela começou a chorar e a gritar só que nesse instante os guardas anunciaram que o pretendente ao tron0o tinha morrido e pensaram que o filho da rainha também tinha morrido, mas a ama mostrou que tinha trocado as crianças, então as mães abraçaram-se de alegria.
A rainha então disse que tinham de compensar aquela mulher mas não sabia como, então o velho teve uma ideia para a levarem ao tesouro real para ela escolher qualquer coisa.
Levaram-na e ela estendeu a mão e agarrou o punhal todo enfeitado de esmeraldas. Agarrada ao punhal gritou SALVEI O MEU PRINCEPE E AGORA VOU DAR DE MAMAR AO MEU FILHO. E cravou o punhal no coração.
O amor esta em ter o céu
E só querer uma estrela,
Em ter o mar
E só querer uma gota,
Em ter o mundo
E só te querer a ti!
. A ler
. Ao fogo
. Amor é fogo que arde sem ...
. A Aia
. Poema